Pela primeira vez, em 2018, o Brasil adota planos para recuperar espécies importantes para o sustento de comunidades pesqueiras, mas que se encontram ameaçadas de extinção. A partir do modelo científico proposto pela Oceana, são definidas medidas para a recuperação das populações e para o uso sustentável de sete espécies: cherne-verdadeiro, peixe-batata, garoupa-verdadeira, pargo, gurijuba, guaiamum e bagre-branco.