Alexandra Cousteau clama pelo fim da poluição por plásticos - Oceana Brasil
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Dezembro 21, 2021

Alexandra Cousteau clama pelo fim da poluição por plásticos

O TEMA: 

A documentarista Alexandra Cousteau faz parte da terceira geração de uma família mundialmente conhecida por defender os oceanos. Neta do renomado oceanógrafo e documentarista Jacques-Yves Cousteau, há quase dez anos ela é Conselheira Sênior da Oceana, e continua a luta familiar para proteger a vida marinha e restaurar a abundância dos oceanos.

Com um perfil multi-talentoso, ela é colaboradora da National Geographic, ativista, ecologista marinha, palestrante internacional, cineasta e fotógrafa, e liderou diversas expedições com o propósito de entender os problemas que afetam a saúde dos ecossistemas marinhos e, especialmente, de estimular para que soluções sejam efetivadas.

Alexandra tinha apenas quatro meses de vida quando participou de sua primeira expedição marinha junto aos pais e hoje, ela faz constantes alertas sobre os resíduos plásticos serem uma das maiores ameaças à saúde dos oceanos a nível global.

Em vídeo, ela lamenta que o Brasil despeja 325 mil toneladas de lixo plástico nos oceanos por ano – cerca de 500 bilhões de itens plásticos de uso único – e enfatiza a necessidade de uma lei que reduza a poluição marinha por plásticos descartáveis. “São necessárias políticas públicas que foquem na raiz do problema”, destacou.

Qual a nossa escolha?

“Em apenas algumas décadas, águas límpidas e cristalinas se tornaram poluídas e repletas de plásticos”, enfatiza Alexandra. “Estamos agora em um ponto onde temos que fazer uma escolha: podemos testemunhar a destruição ou podemos escolher uma direção diferente, com a restauração de nossos oceanos limpos e saudáveis”.

Esse chamado foi feito em uma mensagem gravada para o LAB Jovens, projeto que tem como propósito a construção de uma rede brasileira permanente de ativistas pelo meio ambiente, formada por pessoas entre 18 e 26 anos. A documentarista alertou para a urgência de ações antes que a situação se torne irreversível.

No Brasil, a Oceana está em campanha para que tenhamos uma lei nacional de redução de plásticos descartáveis.