Nossas Vitórias

Por meio de nosso trabalho em prol da proteção dos oceanos e de quem deles depende, conseguimos tornar a pesca da tainha mais sustentável, ampliando a preservação da espécie e a segurança do pescador brasileiro. Além disso, protegemos a costa gaúcha de uma modalidade de pesca de alto impacto ambiental, o que gerou um aumento na oferta de pescados na região. A Oceana Brasil também é responsável pela construção de importantes bases para que espécies consideradas ameaçadas no país e no mundo possam ser efetivamente recuperadas e protegidas.

Setembro, 2018

Rio Grande do Sul aprova lei de pesca sustentável

A pesca de arrasto de fundo é uma atividade pesqueira extremamente danosa. Nela, mais de 70% das espécies capturadas são devolvidas ao mar, geralmente mortas, causando grande impacto ambiental e desperdício de recursos. Felizmente, em 2018, mais de 13 mil km² da costa do Rio Grande do Sul foram protegidos dessa pescaria, beneficiando as populações de peixes e a atividade pesqueira na região.

Julho, 2018

Brasil adota medidas para recuperação de espécies marinhas ameaçadas

Pela primeira vez, em 2018, o Brasil adota planos para recuperar espécies importantes para o sustento de comunidades pesqueiras, mas que se encontram ameaçadas de extinção. A partir do modelo científico proposto pela Oceana, são definidas medidas para a recuperação das populações e para o uso sustentável de sete espécies: cherne-verdadeiro, peixe-batata, garoupa-verdadeira, pargo, gurijuba, guaiamum e bagre-branco.

Maio, 2018

Brasil adota cotas para pesca da tainha

A pesca da tainha tem grande importância socioeconômica para pescadores artesanais e industriais, especialmente nas regiões Sudeste e Sul do país. No entanto, o aumento da atividade pesqueira provocou sua sobrepesca nos últimos anos. Diante disso, a Oceana realizou estudos científicos e propôs um limite de captura. Em 2018, pela primeira vez, foram adotadas cotas para a pesca da tainha, permitindo sua proteção e a continuidade da tradição.