Nossas Vitórias

Por meio de nosso trabalho em prol da proteção dos oceanos e de quem deles depende, conseguimos tornar a pesca da tainha mais sustentável, ampliando a preservação da espécie e a segurança do pescador brasileiro. Além disso, protegemos a costa gaúcha de uma modalidade de pesca de alto impacto ambiental, o que gerou um aumento na oferta de pescados na região. A Oceana Brasil também é responsável pela construção de importantes bases para que espécies consideradas ameaçadas no país e no mundo possam ser efetivamente recuperadas e protegidas.

Agosto, 2021

iFood é o primeiro aplicativo a se comprometer com a Campanha #DeLivreDePlástico

O iFood, a foodtech líder da América Latina, se comprometeu publicamente a reduzir a oferta de itens plásticos descartáveis em seus serviços de entrega. O compromisso foi assinado por um #DeLivreDePlástico, campanha coliderada pela Oceana e pela Campanha Mares Limpos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). A empresa também se comprometeu a desenvolver planos de trabalho e definir outras metas públicas para a redução da oferta de embalagens plásticas e sacolas  e a inserção de embalagens retornáveis nas entregas, além de adotar metas de transparência.

Julho, 2020

Modernização na coleta de dados de pesca

Os mapas de bordo são os registros de uma pescaria em alto mar, no entanto, no Brasil, esses documentos vinham sendo entregues em papel e esquecidos em depósitos. Suas preciosas informações raramente foram utilizadas para fins de gestão pesqueira. Após a experiência de sucesso da Oceana na pesca da tainha, o governo lançou em julho de 2020 uma base digital para entrega dos mapas de bordo. Isso já facilita o uso das informações para fins de monitoramento, pesquisa aplicada e tomada de decisão, além de reduzir a burocracia.

Setembro, 2018

Rio Grande do Sul aprova lei de pesca sustentável

A pesca de arrasto de fundo é uma atividade pesqueira extremamente danosa. Nela, mais de 70% das espécies capturadas são devolvidas ao mar, geralmente mortas, causando grande impacto ambiental e desperdício de recursos. Felizmente, em 2018, mais de 13 mil km² da costa do Rio Grande do Sul foram protegidos dessa pescaria, beneficiando as populações de peixes e a atividade pesqueira na região.

Julho, 2018

Brasil adota medidas para recuperação de espécies marinhas ameaçadas

Pela primeira vez, em 2018, o Brasil adota planos para recuperar espécies importantes para o sustento de comunidades pesqueiras, mas que se encontram ameaçadas de extinção. A partir do modelo científico proposto pela Oceana, são definidas medidas para a recuperação das populações e para o uso sustentável de sete espécies: cherne-verdadeiro, peixe-batata, garoupa-verdadeira, pargo, gurijuba, guaiamum e bagre-branco.

Maio, 2018

Brasil adota cotas para pesca da tainha

A pesca da tainha tem grande importância socioeconômica para pescadores artesanais e industriais, especialmente nas regiões Sudeste e Sul do país. No entanto, o aumento da atividade pesqueira provocou sua sobrepesca nos últimos anos. Diante disso, a Oceana realizou estudos científicos e propôs um limite de captura. Em 2018, pela primeira vez, foram adotadas cotas para a pesca da tainha, permitindo sua proteção e a continuidade da tradição.